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	<title>Diocese de São José dos Campos</title>
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		<title>CF 2012 &#8211; Mensagem de Dom Moacir Silva</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Diocese]]></category>
		<category><![CDATA[Web TV]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso bispo diocesano, Dom Moacir Silva fala sobre o tema da Campanha da Fraternidade deste ano e nos convoca a buscar a conversão nesta Quaresma. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nosso bispo diocesano, Dom Moacir Silva fala sobre o tema da Campanha da Fraternidade deste ano e nos convoca a buscar a conversão nesta Quaresma.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista ao vídeo e compartilhe esta mensagem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="box-wrapper-light">
<div class="box-light">A Diocese de São José dos Campos realiza durante a Santa Missa, a Abertura Oficial da CF 2012, dia 22 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, às 19h30 na Catedral de São Dimas.</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><object width="600" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JT_829IIZtU&amp;ap=%2526fmt%3D18" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed wmode="opaque" src="http://www.youtube.com/v/JT_829IIZtU&amp;ap=%2526fmt%3D18" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="400"></embed></object></p>
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		<title>Consistório cria 22 novos cardeais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil e no mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Consistório, na verdade, já começa a ser preparado nesta sexta-feira com um retiro para todos os indicados. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;"><strong>CNBB</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O decano papal da Basílica de Santa Maria Maggiore, localizada no centro histórico de Roma, o espanhol dom Santos Abril y Castelló,  além de Dom João Braz de Aviz, único brasileiro, compõem a lista dos 22 novos cardeais que serão criados no Consistório deste sábado, 18 de fevereiro, no Vaticano.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Castelló é arcipreste da Basílica de Santa Maria Maggiore desde novembro de 2011. Foi nomeado também vice-camerlengo da Igreja, o segundo homem na hierarquia da Igreja, na eventualidade de uma vacância da Santa Sé. Antes de assumir esses cargos, dom Castelló cumpriu carreira de diplomata do Vaticano como núncio em vários países da América Latina, África e Bálcãs.</p>
<p style="text-align: justify;">O Consistório, na verdade, já começa a ser preparado nesta sexta-feira com um retiro para todos os indicados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os religiosos, estará em retiro durante esta sexta-feira. Ele recebeu, nos últimos dias, um grupo de mais de 40 pessoas que está em Roma representando a família e os amigos de várias dioceses onde serviu como bispo e como arcebispo.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Campanha da Fraternidade: 49 anos de amor ao próximo e referência democrática</title>
		<link>http://www.diocese-sjc.org.br/campanha-da-fraternidade-49-anos-de-amor-ao-proximo-e-referencia-democratica/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil e no mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está chegando a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;">A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome &#8220;Campanha da Fraternidade&#8221;. Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se &#8220;Voluntários do Papa&#8221;. Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.</p>
<p style="text-align: justify;">“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.<br />
Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse. (RE)</p>
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		<title>01 de Janeiro de 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luz para a Caminhada]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o programa do dia 1° de Janeiro sobre a Solenidade da Santa Mãe de Deus.]]></description>
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		<title>Pontifícias Obras Missionárias lançam o novo CD da Juventude Missionária do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil e no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
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		<description><![CDATA[O CD da JM foi composto pelos jovens missionários. Todas as músicas trazem em sua letra o carisma das Pontifícias Obras Missionárias que é a dedicação pela missão universal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>Jovens Conectados</strong></span></p>
<p>As Pontifícias Obras Missionárias (POM) acabam de disponibilizar o mais novo CD da Juventude Missionária (JM). O álbum traz nove músicas inéditas, sendo uma adaptada ao estilo jovem e três traduzidas das POM do Equador, além de três bônus (Amar sin fronteras; E fazer do mundo uma só família e, Juventude Missionária, inquieta e solidária).</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho teve início quando o padre Vitor Menezes era secretário da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária (POPF/JM) nos anos 2008 e 2009. Foi ele quem promoveu o concurso para a seleção das músicas. Depois, o secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), padre André Luiz de Negreiros, colaborou na escolha do repertório que hoje foi finalizado.</p>
<p style="text-align: justify;">O atual secretário nacional da POPF/JM, padre Marcelo Gualberto, comenta que o disco é fruto de um trabalho conjunto destinado à animação dos grupos de Juventude Missionária. “Esperamos que este CD sirva como instrumento para dinamizar os grupos de Juventude Missionária espalhados pelo Brasil. Que nossa juventude ao escutar estas músicas desperte cada vez mais o ardor missionário”.</p>
<p style="text-align: justify;"> Padre Marcelo, em nome da JM do Brasil, dedica o álbum a uma pessoa que contribuiu para que o trabalho fosse lançado o quanto antes. Trata-se de Marisete Fernandes, 50, assessora da Juventude Missionária (JM) do estado de Goiás, que faleceu no último dia 2 de fevereiro. “Ela cobrava o CD no desejo de trabalhar as músicas com os jovens; infelizmente não pode ver o nosso CD, mas com carinho o dedicamos a ela”, confirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O CD da JM foi composto pelos jovens missionários. Todas as músicas trazem em sua letra o carisma das Pontifícias Obras Missionárias que é a dedicação pela missão universal. Entre as canções está o Hino do IV Encontro Americano de Jovens Missionários (ENJOMIS), “Discípulos Missionários de Jesus”, além do Hino da JM do Brasil, “Jovem Missionário, Sempre Solidário”, com letra e música de autoria da jovem missionária Shirly Jane Fidelis e “Juventude Missionária, Inquieta e Solidária”, de autoria do padre Gustavo Covarrubias Rodriguez, com música e interpretação do Zé Vicente.</p>
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		<title>31 anos da morte de Franz de Castro Holzwarth</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Diocese]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[franz de castro]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 14 de fevereiro de 1981 ficou marcado na história da Diocese de São José dos Campos pela morte do Servo de Deus Franz de Castro Holzwarth.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O dia 14 de fevereiro de 1981 ficou marcado na história da Diocese de São José dos Campos pela morte do Servo de Deus Franz de Castro Holzwarth.</div>
<p style="text-align: justify;">Seu túmulo está no interior da Igreja Matriz São José, no Centro da cidade de São José, onde os fieis podem rezar pedindo sua intercessão e também pela sua Causa, que hoje tramita na Congregação para as Causas dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>
<div class="box-wrapper-light">
<div class="box-light">Neste dia 14 de fevereiro, Dom Moacir Silva celebra às 19h30, a Santa Missa, em memória do Servo de Deus Franz de Castro Holzwarth, na matriz São José.</div>
</div>
<p></strong></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><strong>A vida do Servo de Deus</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 de maio de 1942 nascia, em Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro, Franz de Castro Holzwarth, filho de Franz Holzwarth e Dinorah de Castro Holzwarth. Franz era um menino muito magro, mas com traços de uma grande inteligência. Aos 14 anos começou a trabalhar no Cartório do 1º Ofício, e depois no Banco do Comércio e Indústria de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao terminar o ensino médio, mudou-se para Jacareí-SP, onde iniciou o curso de Direito. Em 1965, Franz foi trabalhar como Assistente de Administração do Juízo de Direito de Jacareí, e no dia 14 de julho de 1968, iniciou sua carreira jurídica.</p>
<p style="text-align: justify;">Certa vez, em meados de 1967, escreveu para um padre amigo: “Entretanto, o que importa para mim na vida é Cristo, e levá-lo aos outros como sacerdote. Há, em mim, um desejo de doação total. Espero em Deus que se faça sua vontade. Estou disposto para o que Ele me chamar&#8230;” E assim, buscando discernir sua vocação, Franz foi cursar o diaconado no Convento Sagrado Coração de Jesus, dos padres Dehonianos, em Taubaté-SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Franz foi convidado para evangelizar os presos e prepará-los para a Crisma. Foi aí que ele encontrou sua verdadeira vocação: trabalhar com os condenados. Em 1973, Franz ingressou na APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados).</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo sendo um profissional bem sucedido, optou em viver de maneira simples e humilde. No dia 14 de fevereiro de 1981, durante uma rebelião em Jacareí, ele e Dr. Mário Ottoboni (fundador da APAC), foram chamados para intermediar as negociações. Era grande a tensão entre os presos e a polícia, até que um terrível tiroteio ceifa a vida do Servo de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Morria um homem e nascia um Mártir, um exemplo de vida, de solidariedade, de amor e presença cristã. Franz cumpriu sua última missão como homem de paz e justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a fase diocesana, além dos levantamentos de documentos, informações e dados, mais de 30 pessoas foram ouvidas pelo Tribunal. Toda documentação foi rigorosamente transcrita, assinada, lacrada e enviada à Congregação para as Causas dos Santos, em Roma, no dia 22 de dezembro de 2010.</p>
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		<title>Oficinas de Oração e Vida (TOV)</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Diocese]]></category>
		<category><![CDATA[método]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas de oração e vida]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>

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		<description><![CDATA[As Oficinas colaboram não só com o Ser Igreja, mas também com o fazer uma sociedade melhor, porque contribui para a unidade e fortalecimento do indivíduo e da família.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As Oficinas de Oração e Vida são um serviço eclesial iniciado por Frei Ignácio Larrañaga em 1984. A Oficina consta de quinze sessões. Cada uma com duas horas de duração, realizada semanalmente e encerra com um dia de deserto (um dia especial de encontro com o Senhor durante umas 4 horas). Porém, é no dia-a-dia que se põe em prática o que se aprendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">As Oficinas são dirigidas por um guia cuja missão consiste em colocar em prática o espírito e os conteúdos do Manual. O guia não deve acrescentar nada, ministrando estritamente os conteúdos recebidos, sem improvisação. De antemão, recebe uma preparação intensiva e longa, chamada “Escola de Formação”, que dura um ano e meio.</p>
<p style="text-align: justify;">A Oficina é um serviço de caráter eminentemente leigo. A maioria dos guias é leiga, e todos os membros das equipes diretivas são leigos, em estreita união com seus Pastores.</p>
<p style="text-align: justify;">As Oficinas colaboram não só com o Ser Igreja, mas também com o fazer uma sociedade melhor, porque contribui para a unidade e fortalecimento do indivíduo e da família.</p>
<p style="text-align: justify;">As Oficinas de Oração e Vida foram aprovadas pela Santa Sé, conforme Decreto de Aprovação concedido em 04 de outubro de 1997, pelo Conselho Pontifício para os Leigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações sobre as oficinas em São José dos Campos com Zélia, pelo telefone (12) 3934-4824 e em Jacareí com Carmem (12) 3951-1449 / Maria do Carmo (12) 3961-1267 / Betânia (12) 3958<strong>-</strong>2412 / Olga Mesquita (12) 3951-2058.</p>
<p style="text-align: justify;" align="center">
]]></content:encoded>
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		<title>Irmã Dorothy Stang, um sorriso que contagia</title>
		<link>http://www.diocese-sjc.org.br/irma-dorothy-stang-um-sorriso-que-contagia/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil e no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[irmã Dorothy]]></category>

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		<description><![CDATA[Em vários lugares do Brasil, como em Belém e em Fortaleza, foram realizadas celebrações para lembrar os sete anos sem irmã Dorothy. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>Comissão Pastoral da Terra</strong></span></p>
<p>O assassinato de Ir. Dorothy Stang, no dia 12 de fevereiro de 2005, na área onde se desenvolvia um projeto de desenvolvimento sustentável PDS que aliava a produção familiar com a defesa do meio ambiente, como a missionária propugnava e defendia, provocou uma gigante onda de indignação nacional e internacional. Qual uma verdadeira tsunami, esta tragédia invadiu o Palácio do Planalto, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Tomou conta das redações dos jornais e dos estúdios das TV’s e das rádios. E seus abalos se sentiram em todo o mundo. A pequena e desconhecida Anapu passou a ocupar um lugar de destaque na geografia mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação do governo foi rápida. Ministros de Estado se deslocaram até Anapu (PA). Autoridades de todos os níveis se manifestaram condenando a agressão. O exército brasileiro deslocou contingentes para a região. Promessas de punição implacável dos culpados se repetiram. Medidas para regularizar a posse das terras foram anunciadas e áreas de proteção ambiental criadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não demorou muito tempo e os dois pistoleiros executores do crime foram detidos. Depois foi preso o intermediário que os contratou e por fim dois fazendeiros, apontados como mandantes do crime. As investigações da polícia federal apontaram para uma ação envolvendo um consórcio de fazendeiros e madeireiros interessados na eliminação desta missionária. Os executores do assassinato, Rayfran das Neves Sales e Clodoaldo Carlos Batista e o intermediário Amayr Feijoli da Cunha, o Tato, foram julgados e condenados num processo muito rápido para a morosidade da justiça paraense. Um dos mandantes, Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, foi condenado a 30 anos de prisão, em 2007, porém, menos de um ano depois, em segundo julgamento, foi absolvido. Julgado novamente em abril de 2010, foi condenado, após 15 horas de julgamento, a 30 anos de prisão em regime fechado. Em outubro de 2011 ganhou o direito de cumprir o restante de sua pena em regime semiaberto.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro acusado de ser mandante, Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, esteve preso durante um ano, mas foi solto, pouco depois, por habeas corpus emitido pelo Supremo Tribunal Federal. Julgado novamente em 2010, Regivaldo também foi condenado a 30 anos de prisão. O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), ao rejeitar a apelação, decretou sua prisão cautelar. Um pedido de habeas corpus foi feito para que o réu pudesse permanecer em liberdade até o julgamento do último recurso contra a condenação. Este foi negado na última segunda feira, 10 de fevereiro, pelo relator do caso, desembargador convocado Adilson Vieira Macabu, que considerou não haver elementos que justificassem sua libertação.</p>
<p style="text-align: justify;">As outras medidas governamentais não surtiram o efeito proclamado. Pior do que isso, em 2008 e 2009, o governo federal publicou as medidas provisórias 422 e 458 que acabam regularizando a grilagem de terras na Amazônia em áreas de até 1500 hectares. Com o discurso de propor um ordenamento jurídico para a ocupação da Amazônia, pavimenta-se, na realidade, o caminho para a ampliação do agronegógio, com suas monoculturas predatórias e voltadas para a exportação. Além disso, o projeto de reformulação do Código Florestal e a aberração com nome de Belo Monte, abrirão grandes feridas na Amazônia de Dorothy, de Chico Mendes e de tantos outros e outras, cujo sangue semeia e fertiliza as terras amazônicas. Em 2011, essa mesma realidade vitimou, também, José Cláudio e Maria do Espírito Santo, assassinados por defender a floresta e a convivência harmônica dos povos com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados sete anos, o que impressiona é que a presença de Dorothy, antes confinada a Anapu, multiplicou-se. A irradiação do seu sorriso contagia pessoas no mundo todo. Sua morte irrompeu com a força da ressurreição. Sua ação, humilde e desconhecida, pequena e quase isolada, expandiu-se por todos os cantos do Brasil, conquistando corações e mentes e ganhou as dimensões do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Erwin Kräutler, o bispo do Xingu, em cuja diocese Dorothy exercia seu trabalho pastoral, disse na missa do quarto aniversário de sua morte: “O sangue derramado engendrou uma luta que nunca mais parou. Sepultamos os mártires, mas o grito por uma sociedade justa e pela defesa do meio-ambiente tornou-se um brado ensurdecedor.”</p>
<p style="text-align: justify;">Em vários lugares do Brasil, como em Belém e em Fortaleza, foram realizadas celebrações para lembrar os sete anos sem irmã Dorothy.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Mensagem do papa para o 49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Oração pelas Vocações]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
		<category><![CDATA[vocações]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tema "As vocações, dom do amor de Deus", o Santo Padre explica qual o sentido da vocação e como ela acontece na vida de cada pessoa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>CNBB</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Vaticano publicou nesta segunda-feira, 13, a mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 29 de abril deste ano. Com o tema &#8220;As vocações, dom do amor de Deus&#8221;, o Santo Padre explica qual o sentido da vocação e como ela acontece na vida de cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações&#8221;, escreveu o Pontífice.</p>
<p style="text-align: justify;">Bento XVI também fez um convite para que cada cristão redescubra o amor de Deus e anuncie essa vivencia, principalmente para as novas gerações: &#8220;Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o papa pediu que as Pastorais Vocacionais incentivem a descoberta de vocações. Segundo ele: “É tarefa da pastoral vocacional oferecer os pontos de orientação para um percurso frutuoso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Bento XVI também enfatizou o papel da Igreja na construção de diferentes vocações e encorajou os agentes de pastorais para que conduzam cada fiel a mergulhar na beleza do chamado de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Leia a íntegra da mensagem do Papa Bento XVI para o 49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações:</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="divider">&nbsp;</div>
</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-2163" title="450px-bxvi_coa_like_gfx_piom_svg" src="http://www.diocese-sjc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/450px-bxvi_coa_like_gfx_piom_svg.png?84cd58" alt="" width="118" height="157" /></p>
<div align="center"><strong><strong><em>«</em></strong><em>As vocações, dom do amor de Deus</em><strong><em>»</em></strong></strong></div>
<div align="center"><strong>Mensagem do Papa Bento XVI para a 49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Amados irmãos e irmãs!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O XLIX Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no IV domingo de Páscoa – 29 de Abril de 2012 –, convida-nos a refletir sobre o tema &#8220;As vocações, dom do amor de Deus&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A fonte de todo o dom perfeito é Deus, e Deus é Amor – Deus caritas est –; «quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele» (1 Jo 4, 16). A Sagrada Escritura narra a história deste vínculo primordial de Deus com a humanidade, que antecede a própria criação. Ao escrever aos cristãos da cidade de Éfeso, São Paulo eleva um hino de gratidão e louvor ao Pai pela infinita benevolência com que predispõe, ao longo dos séculos, o cumprimento do seu desígnio universal de salvação, que é um desígnio de amor. No Filho Jesus, Ele «escolheu-nos – afirma o Apóstolo – antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em caridade na sua presença» (Ef 1, 4). Fomos amados por Deus, ainda «antes» de começarmos a existir! Movido exclusivamente pelo seu amor incondicional, «criou-nos do nada» (cf. 2 Mac 7, 28) para nos conduzir à plena comunhão consigo.</p>
<p style="text-align: justify;">À vista da obra realizada por Deus na sua providência, o salmista exclama maravilhado: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a Lua e as estrelas que Vós criastes, que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes?» (Sal 8, 4-5). Assim, a verdade profunda da nossa existência está contida neste mistério admirável: cada criatura, e particularmente cada pessoa humana, é fruto de um pensamento e de um ato de amor de Deus, amor imenso, fiel e eterno (cf. Jer 31, 3). É a descoberta deste fato que muda, verdadeira e profundamente, a nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa conhecida página das Confissões, Santo Agostinho exprime, com grande intensidade, a sua descoberta de Deus, beleza suprema e supremo amor, um Deus que sempre estivera com ele e ao qual, finalmente, abria a mente e o coração para ser transformado: «Tarde Vos amei, ó beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e fora de mim Vos procurava; com o meu espírito deformado, precipitava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco. Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria, se não existisse em Vós. Chamastes-me, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e dissipastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos e agora tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me e agora desejo ardentemente a vossa paz» (Confissões, X, 27-38). O santo de Hipona procura, através destas imagens, descrever o mistério inefável do encontro com Deus, com o seu amor que transforma a existência inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus. O meu antecessor, o Beato João Paulo II, afirmava – referindo-se ao ministério sacerdotal – que cada «gesto ministerial, enquanto leva a amar e a servir a Igreja, impele a amadurecer cada vez mais no amor e no serviço a Jesus Cristo Cabeça, Pastor e Esposo da Igreja, um amor que se configura sempre como resposta ao amor prévio, livre e gratuito de Deus em Cristo» (Exort. ap. Pastores dabo vobis, 25). De fato, cada vocação específica nasce da iniciativa de Deus, é dom do amor de Deus! É Ele que realiza o «primeiro passo», e não o faz por uma particular bondade que teria vislumbrado em nós, mas em virtude da presença do seu próprio amor «derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5, 5).</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o tempo, na origem do chamamento divino está a iniciativa do amor infinito de Deus, que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. «Com efeito – como escrevi na minha primeira Encíclica, Deus caritas est – existe uma múltipla visibilidade de Deus. Na história de amor que a Bíblia nos narra, Ele vem ao nosso encontro, procura conquistar-nos – até à Última Ceia, até ao Coração trespassado na cruz, até às aparições do Ressuscitado e às grandes obras pelas quais Ele, através da ação dos Apóstolos, guiou o caminho da Igreja nascente. Também na sucessiva história da Igreja, o Senhor não esteve ausente: incessantemente vem ao nosso encontro, através de pessoas nas quais Ele Se revela; através da sua Palavra, nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia» (n.º 17).</p>
<p style="text-align: justify;">O amor de Deus permanece para sempre; é fiel a si mesmo, à «promessa que jurou manter por mil gerações» (Sal 105, 8). Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.</p>
<p style="text-align: justify;">Amados irmãos e irmãs, é a este amor que devemos abrir a nossa vida; cada dia, Jesus Cristo chama-nos à perfeição do amor do Pai (cf. Mt 5, 48). Na realidade, a medida alta da vida cristã consiste em amar «como» Deus; trata-se de um amor que, no dom total de si, se manifesta fiel e fecundo. À prioresa do mosteiro de Segóvia, que fizera saber a São João da Cruz a pena que sentia pela dramática situação de suspensão em que ele então se encontrava, este santo responde convidando-a a agir como Deus: «A única coisa que deve pensar é que tudo é predisposto por Deus; e onde não há amor, semeie amor e recolherá amor» (Epistolário, 26).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações. E é bebendo nesta fonte durante a oração, através duma familiaridade assídua com a Palavra e os Sacramentos, nomeadamente a Eucaristia, que é possível viver o amor ao próximo, em cujo rosto se aprende a vislumbrar o de Cristo Senhor (cf. Mt 25, 31-46). Para exprimir a ligação indivisível entre estes «dois amores» – o amor a Deus e o amor ao próximo – que brotam da mesma fonte divina e para ela se orientam, o Papa São Gregório Magno usa o exemplo da plantinha: «No terreno do nosso coração, [Deus] plantou primeiro a raiz do amor a Ele e depois, como ramagem, desenvolveu-se o amor fraterno» (Moralia in Job, VII, 24, 28: PL 75, 780D).</p>
<p style="text-align: justify;">Estas duas expressões do único amor divino devem ser vividas, com particular vigor e pureza de coração, por aqueles que decidiram empreender um caminho de discernimento vocacional em ordem ao ministério sacerdotal e à vida consagrada; aquelas constituem o seu elemento qualificante. De fato, o amor a Deus, do qual os presbíteros e os religiosos se tornam imagens visíveis – embora sempre imperfeitas –, é a causa da resposta à vocação de especial consagração ao Senhor através da ordenação presbiteral ou da profissão dos conselhos evangélicos. O vigor da resposta de São Pedro ao divino Mestre – «Tu sabes que Te amo» (Jo 21, 15) – é o segredo duma existência doada e vivida em plenitude e, por isso, repleta de profunda alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">A outra expressão concreta do amor – o amor ao próximo, sobretudo às pessoas mais necessitadas e atribuladas – é o impulso decisivo que faz do sacerdote e da pessoa consagrada um gerador de comunhão entre as pessoas e um semeador de esperança. A relação dos consagrados, especialmente do sacerdote, com a comunidade cristã é vital e torna-se parte fundamental também do seu horizonte afetivo. A este propósito, o Santo Cura d’Ars gostava de repetir: «O padre não é padre para si mesmo; é-o para vós» [Le curé d’Ars. Sa pensée – Son cœur ( ed. Foi Vivante - 1966), p. 100].</p>
<p style="text-align: justify;">Venerados Irmãos no episcopado, amados presbíteros, diáconos, consagrados e consagradas, catequistas, agentes pastorais e todos vós que estais empenhados no campo da educação das novas gerações, exorto-vos, com viva solicitude, a uma escuta atenta de quantos, no âmbito das comunidades paroquiais, associações e movimentos, sentem manifestar-se os sinais duma vocação para o sacerdócio ou para uma especial consagração.É importante que se criem, na Igreja, as condições favoráveis para poderem desabrochar muitos «sins», respostas generosas ao amoroso chamamento de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">É tarefa da pastoral vocacional oferecer os pontos de orientação para um percurso frutuoso. Elemento central há de ser o amor à Palavra de Deus, cultivando uma familiaridade crescente com a Sagrada Escritura e uma oração pessoal e comunitária devota e constante, para ser capaz de escutar o chamamento divino no meio de tantas vozes que inundam a vida diária. Mas o «centro vital» de todo o caminho vocacional seja, sobretudo, a Eucaristia: é aqui no sacrifício de Cristo, expressão perfeita de amor, que o amor de Deus nos toca; e é aqui que aprendemos incessantemente a viver a «medida alta» do amor de Deus. Palavra, oração e Eucaristia constituem o tesouro precioso para se compreender a beleza duma vida totalmente gasta pelo Reino.</p>
<p style="text-align: justify;">Desejo que as Igrejas locais, nas suas várias componentes, se tornem «lugar» de vigilante discernimento e de verificação vocacional profunda, oferecendo aos jovens e às jovens um acompanhamento espiritual sábio e vigoroso. Deste modo, a própria comunidade cristã torna-se manifestação do amor de Deus, que guarda em si mesma cada vocação. Tal dinâmica, que corresponde às exigências do mandamento novo de Jesus, pode encontrar uma expressiva e singular realização nas famílias cristãs, cujo amor é expressão do amor de Cristo, que Se entregou a Si mesmo pela sua Igreja (cf. Ef 5, 25).</p>
<p style="text-align: justify;">Nas famílias, «comunidades de vida e de amor» (Gaudium et spes, 48), as novas gerações podem fazer uma experiência maravilhosa do amor de oblação. De fato, as famílias são não apenas o lugar privilegiado da formação humana e cristã, mas podem constituir também «o primeiro e o melhor seminário da vocação à vida consagrada pelo Reino de Deus» (Exort. ap. Familiaris consortio, 53), fazendo descobrir, mesmo no âmbito da família, a beleza e a importância do sacerdócio e da vida consagrada. Que os Pastores e todos os fiéis leigos colaborem entre si para que, na Igreja, se multipliquem estas «casas e escolas de comunhão» a exemplo da Sagrada Família de Nazaré, reflexo harmonioso na terra da vida da Santíssima Trindade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com estes votos, concedo de todo o coração a Bênção Apostólica a vós, veneráveis Irmãos no episcopado, aos sacerdotes, aos diáconos, aos religiosos, às religiosas e a todos os fiéis leigos, especialmente aos jovens e às jovens que, de coração dócil, se põem à escuta da voz de Deus, prontos a acolhê-la com uma adesão generosa e fiel.</p>
<p style="text-align: justify;">Vaticano, 18 de Outubro de 2011</p>
<div style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-2158" title="BENTOXVI_assinatura" src="http://www.diocese-sjc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/BENTOXVI_assinatura.bmp?84cd58" alt="" /></em></strong></div>
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		<title>Fevereiro de 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornal Expressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Destaque do mês: Campanha da Fraternidade 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fique bem informado sobre os acontecimentos na Diocese e também enriqueça seu conhecimento com artigos formativos lendo o Jornal Expressão, da Diocese de São José dos Campos.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Campanha da Fraternidade 2012<br />
</strong>“Que a saúde se difunda sobre a terra&#8221;</h3>
<h5><em><strong><br />
</strong></em></h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>:: Palavra do Pastor ::</strong><br />
Celebrada na Quaresma, a Campanha da Fraternidade intensifica o convite à conversão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>:: Carnaval::<br />
</strong>Paróquias de todas as regiões abrem suas portas para comemorar com alegria cristã.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>:: Catequese::<br />
</strong>Está na hora do seu filho (a) entrar para a Catequese? Ou é a hora da catequese entrar em sua vida?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>::Santo Padre::</strong><br />
As mensagens do nosso Papa Bento XVI para o Dia dos Enfermos e da Comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça destaques dessa edição:</p>
<div class="one_fifth"><a class="button_link blue" href="http://www.diocese-sjc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Expressão_fevereiro-21.pdf?84cd58"><span>Fevereiro 2012</span></a></div>
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